Calendário de atividades – dezembro de 2019 à março de 2020

 

data evento
07/12/2019 Ultimo dia de atividades normais

 

10 e 17 de Dez/2019

Terças-feiras

Plantão de atendimento fraterno (cabine emergência) das 16h às 20h30

Passe às 20 horas

 

07, 14, 21 e 28 de Jan/2020

Terças-feiras

Plantão de atendimento fraterno (cabine emergência) das 16:00 às 20:30 hs

Passe às 20 horas

04,11,18  de Fev/2020

Terças-feiras

Plantão de atendimento fraterno (cabine emergência) das 16:00 às 20:30 hs

Passe às 20 horas

 

Todas as sextas

20 horas

Apoio Fraterno (atendimento aos dependentes químicos e familiares)

Todas às sextas-feiras

 

  O brechó funcionará todas às terças-feiras dos plantões a partir das 8h

 

02/03/2020

(segunda-feira)

Reinício das atividades do Círculo da Luz

OBS: Todos horários com palestras

Calendário de atividades internas

Dez/2018 à Mar/2019

data evento
20/11/2019

16 hs

Assembleia Geral – prestação de contas

 

02 à 07 de Dez 2019 Encerramento dos trabalhos de grupos

 

 

14/12/2019 Festa de Natal

 

02/03/2020

(segunda-feira)

Reinício das atividades do Círculo da Luz

 

Semana Nacional de Arte Espírita – Curta metragem: Solitude

A III Semana Nacional de Arte Espírita (SANAE) objetiva uma concentração de prática e divulgação da arte espírita em todo o País,  de 21 a 29 de setembro de 2019. Neste período, cada cidade ou região metropolitana realizará apresentações artísticas, oficinas, estudos, palestras sobre a arte espírita, exposições e outras atividades artísticas.É um evento promovido pela Abrarte – Associação Brasileira de Artistas Espíritas – e realizado por artistas espíritas de todo o Brasil.

No Rio Grande do Sul, 11 regiões federativas e 36 cidades estarão engajadas nesta grande mobilização nacional, sob a coordenação dos multiplicadores da Assessoria de Arte da FERGS. O cronograma da III SNAE no Rio Grande do Sul conta com 168 atividades incluindo apresentações, exposições de artes visuais, palestras sobre arte espírita, palestras artísticas e arte na evangelização. Acesse o blog da III Semana Nacional de Arte Espírita e fique por dentro da programação em sua cidade ou região. Veja programação no Circulo da Luz

https://semanadearteespirita.wordpress.com/programacao-da-iii-semana-nacional-de-arte-espirita/

10º Congresso Espírita do RS

10° Congresso Espírita do RS está chegando – faltam poucos para esse evento tão aguardado.
Por isso, garanta a sua vaga e se inscreva agora mesmo.
“Educação com Jesus – a Conquista do Reino de Deus” é o tema, que será abordado em oficinas e paineis com Haroldo Dutra Dias, Rossandro Klinjey, Sérgio Lopes, Jorge Godinho, Cezar Braga Said, Vinícius Lousada e Álvaro Chrispino.

https://www.espiritismors.org.br/apresentacao

72 ANOS DO CÍRCULO DA LUZ

O Círculo da Luz teve seu início no grupo familiar como seu DNA. Em reuniões das quarta-feiras, na residência do casal, Carlos e Maria Hornos. O Sr. Sady Saladino foi um dos frequentadores das reuniões e acabou casando com a filha do casal. A família trabalhou por anos juntas e construíram, tijolo por tijolo, a casa na rua Alfredo Varela, 191, no Bairro Teresópolis. “Foi crescendo tão rápido e hoje estamos com essas duas propriedades próprias”, declarou o fundador Sady Saladino.

Conheça a nossa história: http://circulodaluz.com/nossa-historia/

Artigo| Eu protesto

Divaldo Franco
Professor, médium e conferencista

 

Lamentavelmente, a liberdade é uma conquista que nem todos os seres humanos compreendem. Alguns setores da sociedade confundem-na com a libertinagem, a permissão que lhes faculta o direito ao desrespeito a tudo quanto lhes perturba ou lhes impõe disciplina moral. Cada dia acompanhamos a perversão dos costumes e os atentados de vária ordem, utilizados insensatamente por esses libertinos escudados no direito que negam aos outros.

Não há muito, em nome da cultura, vimos exibir-se despido um homem no Museu de Arte Moderna de São Paulo, que se dispôs permitir-se apalpar por crianças em nome da liberdade. Outras exposições perversas foram apresentadas em Porto Alegre e em Belo Horizonte, em nome da arte, em espetáculos chulos e de baixo padrão moral, numa apresentação psicopatológica, exaltada pelos mesmos representantes do chamado progresso cultural. Há poucos dias, em São Paulo, no desfile do Carnaval, a Escola de Samba Gaviões da Fiel exibiu um quadro horripilante, ironizando Jesus, que era apresentado semidespido, surrado por Satanás, que o martirizava com um tridente, matando-O, enquanto caveiras sambavam em Sua volta. O espetáculo vulgar e agressivo mereceu a revolta de muitos foliões e pessoas outras que não puderam compreender a razão pela qual esse extraordinário vulto, considerado o maior da humanidade, cujo berço dividiu a História, naquela situação profundamente vexatória e agressiva não somente à Sua memória, assim como a todos aqueles que O respeitamos e cultuamos em nosso comportamento.

Com que direito esses sambistas arbitrários se permitiram denegrir a figura do Homem de Nazaré, respeitado mesmo por aqueles que não Lhe seguem as diretrizes filosóficas e religiosas? Esse comportamento viola todos os valores morais que a liberdade concede, naturalmente exigindo consideração ao direito dos outros. Sou espírita-cristão que aprendi com Ele a respeitar todas criaturas, credos e ateísmo, impositivos sociais e morais, não me podendo calar ante a afronta vil e zombeteira dos carnavalescos embriagados pelas paixões subalternas… Não é a primeira vez que a crueldade ateísta de alguns indivíduos tenta macular a figura incorruptível de Jesus. Incomodados com a grandeza e excelência dos Seus ensinamentos, que eles não têm valor moral para vivenciar, dominados por conflitos sexuais e de outra ordem, buscam desacreditar o incomparável pensador e Mestre, que vem iluminando a consciência da sociedade desde há dois mil anos.

Tem-se insistido em informar que Jesus era gay, em tentativa de diminuir-lhe a dignidade, e advogam, ao mesmo tempo, que os gays merecem todo respeito e consideração. Claro que os gays são credores de nosso respeito, pois que são pessoas normais e dignas, mas aqueles que assim procedem visam diminuir-Lhe o conceito de honradez, o que não deixa de ser um paradoxo. Espero que outros cristãos decididos apresentem a sua recusa e protesto a esses adversários da dignidade humana, demonstrando-lhes que as suas demências não servirão de modelo moral à sociedade em construção neste momento quando iniciamos uma Era Nova de justiça e amor. Jesus não é apenas um símbolo do Mundo melhor, mas o exemplo que é guia para a conquista da plenitude.

 

Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, de 7 de março de 2019.

Amor aos animais – por Divaldo Franco

Divaldo Franco
Professor, médium e conferencista

 

Em um governo do passado, um dos seus ministros conduziu, oportunamente, um cão ao veterinário em carro oficial. Surpreendido por um repórter, este advertiu-o sobre a irregularidade que estava cometendo, e o mesmo respondeu enfático: – Os cães também são gente!

Acredito, pessoalmente, que o Sr. Ministro quis dizer que os animais também merecem o tratamento dado às criaturas humanas.

De imediato, foi ironizado e tornou-se motivo de troça.

Se ainda estiver reencarnado, ele poderá esclarecer que os animais estão sendo mais bem tratados do que os seres humanos.

O amor aos animais demonstra uma grande conquista pela sociedade, em razão do respeito à vida em todas as suas expressões.

Os animais merecem as mais carinhosas expressões de ternura e cuidados na condição em que estagiam.

Francisco, o santo de Assis, assim o fez, inclusive ao então terrível lobo de Gúbio. Entretanto, forçoso é considerar, como ocorre em todas as ideias que se transformam em tendência, isto é, se fazem voga, que nelas surgem comportamentos extravagantes.

Os animais, quando domesticados, tornam-se excelentes companheiros de pessoas enfermas, solitárias, portadoras de conflitos, inclusive depressão, autismo, síndrome de Down e outros problemas.

A solidão também requer muito o amor dos animais, tornando-os verdadeiros amigos e companheiros.

No entanto, em uma civilização na qual a miséria moral é muito grande, dela decorrendo a miséria socioeconômica, os excessos nos cuidados aos animais tornam-se uma afronta ao sofrimento dos invisíveis, que se tornam desagradáveis, desprezados e, não raro, perseguidos.

É compreensível que, através do amor, que deve viger entre as criaturas, este se expanda aos animais, aos vegetais, à natureza que nos mantém vivos e, ingratamente, a destruímos.

Substituir o afeto de um ser humano pelo de um animal é lamentável, porque os dois não são incompatíveis. Pode-se amar o gênero humano e também o animal, com o mesmo calor emocional e cuidado.

Algumas pessoas, sofridas e solitárias, referem-se que preferem amar aos inocentes animais do que aos indivíduos conscientes, que traem, magoam e são indiferentes aos seus padecimentos.

Não me parece feliz a troca afetiva, porque o instinto de preservação da vida também se encontra nos animais e, graças ao instinto, em algumas vezes sucedem graves acontecimentos entre esses e os seus cuidadores.

É inegável que tentar transformar um animal em um ser humano, por mais se cuide de trabalhar esse requisito, jamais se conseguirá. Entretanto, o amor que lhe seja dedicado é um passo gigantesco na afetividade que um dia será dirigida às criaturas humanas.

A evolução é inevitável e a força do amor invencível.

 

 

Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, de 29 de novembro de 2018.